Nascido em 1945, é natural e residente no Besouro, Freguesia de Conceição de Faro, Concelho de Faro/Algarve.
É casado e tem uma filha.

GRAUS ACADÉMICOS

Licenciado em Gestão, pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (Lisboa); Eng. Técnico Agrário, pela Escola de Regentes Agrícolas de Évora, com estágio e tese na ex-Junta Nacional das Frutas; e com várias formações de especialização.

ATIVIDADE PROFISSIONAL

Tem mais de duas décadas de trabalho profissional: como técnico e quadro superior da Companhia de Seguros Bonança/Grupo Millennium BCP; gerente da empresa António Neves Pires e C. Lda; e técnico na ex-Comissão Reguladora do Comércio de Arroz/Instituto dos Cereais.

LUTAS POR CAUSAS PÚBLICAS

Tem 39 anos de lutas e de entrega às causas públicas: como cidadão e dirigente associativo (26 anos, em absoluto voluntariado); e em cargos oficiais com funções executivas (13 anos).

Nomeadamente: pela consolidação do regime democrático; pela criação da Universidade do Algarve, na Assembleia da República; tornando público (faz agora 30 anos) um estudo (no Porto) alertando para os riscos de uma crise duradoira em Portugal, face aos perigos da CEE, apresentando propostas; pela regionalização, tendo participado de pleno direito no Referendo; em defesa dos Emigrantes e Comunidades Portuguesas; na defesa intransigente do Algarve; contra as portagens; contra demolições maciças nas Ilhas da Ria Formosa; quase 12 anos de luta diária por Faro, etc.

CARGOS OFICIAIS

Secretário de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas; Deputado na Assembleia da República; Governador Civil de Faro; Presidente da Câmara de Faro; (independente, com apoio do PSD); e Vereador, sem funções executivas.

Em Deputado: fez centenas de Intervenções e Requerimentos ao Governo; foi Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD; Vice-Presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros; Presidente da sub-Comissão de Pescas; e membro de outras Comissões.

NA SOCIEDADE CIVIL

Foi: co-fundador e Presidente da CEAL – Confederação dos Empresários do Algarve; Presidente do MRA – Movimento da Região e Progresso do Algarve; co-fundador e Presidente da Uniprofrutal – União dos Produtores Horto-Frutícolas do Algarve; co-fundador e membro da Comissão Instaladora da AMAI – Associação Nacional dos Movimentos Autárquicos Independentes.

É: Presidente da Assembleia Geral da AMAI – Associação Nacional dos Movimentos Autárquicos Independentes; Coordenador da Aliança Cívica “Vamos Salvar Faro, Com Coração” – CFC/SF; Presidente da Direção da Associação CFC; e Coordenador do Movimento Autárquico Independente “Com Faro no Coração”.

DISTINÇÕES

De entre outras de natureza diversa, são de referir:

. Estrangeiras

– A França agraciou-o como Grande Oficial da Ordem Nacional de Mérito, pelo Presidente da República, François Mitterrand.

– No Canadá, recebeu o Diploma de Cidadão Honorário de Winnipeg.

. Portuguesas

Destaca:

– A atribuição da qualidade de Sócio-honorário da Associação de Estudantes, pela Associação Académica da Universidade do Algarve, como reconhecimento por ter sido o grande impulsionador da criação da UALG.

– Foi distinguido com a entrega de Certificado do Moto Clube de Faro, pela presença no 31º Aniversário e amizade e apoio demonstrado à Instituição.

– Aceitou fazer parte do Conselho de Amigos da CASA – Centro de Apoio aos Sem-Abrigo.

– Várias pelas Comunidades Portuguesas.

OUTROS ASPETOS

. Sempre foi um grande defensor das relações Portugal/Espanha e Algarve/Andaluzia, iniciando-as em 1980 (Governador Civil), quando praticamente não havia cooperação oficial entre os dois países.

. Individualmente ou nas organizações de que fez (faz) parte, são várias as Publicações/Estudos (ver álbum); tem promovido e participado em muitas iniciativas de solidariedade; participou em Seminários internacionais nas Nações Unidas e em Madrid, a convite do Governo português e do Governo espanhol, respetivamente; etc.

. Foi membro do Conselho Consultivo da Universidade do Algarve.

. Foi Diretor da publicação “Vida Empresarial”, editada pela CEAL.

. Cumpriu serviço militar.

. Deixou de ser filiado no PSD em 1985.

NOTAS

. Embora não havendo incompatibilidades, por opção própria, quando desempenhou cargos oficiais executivos não integrou órgãos dirigentes de Associações Cívicas, para evitar qualquer tipo de ligação ou influências. No caso da CEAL, em que era Presidente, demitiu-se depois de ser eleito Presidente da Câmara Municipal de Faro.

. As atividades de dirigente associativo foram sempre desenvolvidas em absoluto voluntariado.