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CONTROLO RIGOROSO ENTRADAS E PRAIAS SÓ COM FIM DA PANDEMIA

CONTROLO RIGOROSO ENTRADAS E PRAIAS SÓ COM FIM DA PANDEMIA

– Vidas e futuro do  Algarve não toleram facilidades

Um controlo rigoroso e  implacável dentro da região e em todas as entradas é condição  de vida e de futuro económico e social para os algarvios, é esta no essencial a posição da ALGFUTURO em resposta à questão posta por alguns órgãos de comunicação social a propósito da fuga de suspeitos de estarem infetados pelo vírus e também da entrada de infetados.
Considera também a direção da ALGFUTURO salientar que desde muito antes da declaração do estado de emergência que esta Associação foi insistindo ser indispensável um efetivo controlo que tornou público e com várias diligências, estranhando que outras entidades nada dissessem.
De facto, por razões de saúde/vida e salvaguarda da imagem de excelência e destino seguro da região, em como  de uma sociedade que está assente no turismo tudo tem de ser tratado com rigor pela extrema delicadeza da matéria para o presente e futuro.
Nomeadamente, foi inconcebível que durante semanas entrassem cidadãos de países com pandemia forte sem qualquer controlo às chegadas no Aeroporto.
Nesse sentido de preocupação, realizamos um inquérito com as seguintes % de apoio a medidas rigorosas : Aeroporto(aéreo) 100%; rodoviário 97%; ferroviário 90%; marítimo 97%.
Trata-se de coisa muito séria, sem facilidades. E quanto à pergunta sobre idas à praia, naturalmente, tudo proibido até declaração oficial do fim da pandemia.
Cumprimentos
A Comissão Executiva da ALGFUTURO

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ALGARVIOS: MUITA PREOCUPAÇÃO, MAS LUTANDO COM ESPERANÇA

ALGARVIOS: MUITA PREOCUPAÇÃO, MAS LUTANDO COM ESPERANÇA

– Para Resistir e Vencer, um Plano de Recuperação e Reconversão Económico-Social

1. Embora com alguns raios de sol de esperança, com reais fundamentos, o estado de espirito no Algarve é de preocupação desesperante.
 Pelo acompanhamento alargado feito pela ALGFUTURO, entre problemas velhos e novos, tudo está a desabar sobre uma região que tem condições para a Excelência.
2. Fechados em casa, os algarvios fazem contas à vida e deparam-se com uma envolvente  em que as medidas para prevenir a doença/morte não têm a prioridade absoluta como deve ser e a Constituição da República obriga. Na economia/sociedade a quase total dependência de tudo do turismo está já a começar a fazer desmoronar tudo como um baralho de cartas. As respostas da União Europeia e Governo às empresas e trabalhadores são lentas e insuficientes, em que trabalhadores têm que garantir  os ordenados, e empresários, sobretudo microempresas (até 10  trabalhadores) com Estado a suportar 80% da massa salarial,  apoios a fundo perdido e empréstimos sem juros
Contudo, derrotada a pandemia, é indispensável um PLANO DE RECUPERAÇÃO E RECONVERSÃO ECONÓMICO-SOCIAL para a diversificação e Coesão territorial e social
3. São muitas as razões
          a) Muito preocupados, desesperam perante uma rede hospitalar que não garante o indispensável, 
          b) Muito preocupados, perante a falta de civismo de alguns cidadãos irresponsáveis, a falta de controlo pelas autoridades de bares e snacks cheios, até ontem da entrada livre de estrangeiros no Aeroporto, entrada de excursionistas, não desinfeção dos manípulos dos carrinhos dos supermercados,  ajuntamentos, etc.
          c) Muito preocupados pela pouca água disponível e urgentes soluções.
          d) Muito preocupados,os trabalhadores que já sentem”na pele” o peso eminente do desemprego.
          e) Muito preocupados, os empresários com encargos, sem clientes sobretudo as microempresas a fechar
          f) Muito preocupadas as instituições sociais , culturais, desportivas, etc, em grande parte apoiadas por empresários, e que não poderão continuar.
          g) Muito preocupado o poder local, porque deverá descer impostos e taxas, mais gastos sociais, etc.
         h) Muito preocupados, pelas portagens estranguladoras, etc.
São muitas preocupações, mas tudo temos que fazer para dar esperança e evitar que população entre em depressão. É o que ALGFUTURO está a fazer.

Cumprimentos
A COMISSÃO EXECUTIVA DA ALGFUTURO

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CONSENSO ALGARVIO POR MEDIDAS IMPLACÁVEIS CONTRA VÍRUS

CONSENSO ALGARVIO POR MEDIDAS IMPLACÁVEIS CONTRA VÍRUS

HÁ CONSENSO ENTRE OS ALGARVIOS, POR MEDIDAS IMPLACÁVEIS DE COMBATE AO VÍRUS
-Revela inquérito de opinião ALGFUTURO. Muitas medidas indispensáveis, ainda não foram tomadas, implementadas ou devidamente fiscalizadas.
1. Os algarvios revelam grande preocupação e firmeza por uma guerra sem quartel no combate ao vírus, talvez mais unidos do que nunca em consenso de revolta exigindo um controlo férreo que tarda, para travar o vírus na região e evitar a contaminação de fora para dentro, em defesa da saúde , empresas, emprego e boa imagem do destino Algarve,  concluiu um inquérito de opinião em amostra de toda a região e atividades, promovido pela ALGFUTURO.
2. Sob o titulo INQUÉRITO FUNDAMENTAL PELO FUTURO e apelando a que OS ALGARVIOS SE CUIDEM POR SI E PELOS OUTROS, em breve introdução em que se invoca a prioridade  em salvar  vidas, a Direção da ALGFUTURO salienta ser urgente extirpar o vírus, num inquérito sem uma única resposta dissonante e em que 81% dos inquiridos reclama medidas mais radicais.
3. O RELATÓRIO FINAL E RESPOSTAS DADAS RESUMEM O SEGUINTE:
a) CONTROLOS E FISCALIZAÇÃO EM GERAL……100% a favor
b) DENTRO DO ALGARVE……100% a favor (limpeza dos manípulos dos carrinhos dos supermercados; não utilização de ginásios e piscinas públicas; Desinfeção de autocarros, táxis, comboios, etc.) não previstos ou desconhecimento da ativação.
c) ENTRADAS NO ALGARVE
Controlos rigorosos específicos:
Aéreo (Aeroporto) 100% a favor (apenas se tem informação da China, Itália e Espanha,  proibidos de aterrar) Não há conhecimento da realização de controlo sanitário de passageiros dos voos que aterram.
Rodoviário (excursões) 97% a favor  >Não previsto
Ferroviário ………………..88% a favor > Não previsto
Marítimo……………………97% a favor > Previsto
d) AVALIAÇÃO DAS MEDIDAS JÁ TOMADAS: MAIS RADICAIS ?  Sim 81%   Não 19%
e) OUTRAS MEDIDAS PROPOSTAS PELOS INQUIRIDOS (RESUMO)

  • Hospital de campanha
  • Fecho fronteira com Espanha Previsto
  • Fechar tudo 15 dias | país em quarentena obrigatória
  • Caravanismo
  • Interdição de praias     Previsto
  • Menos pessoas nos supermercados (em parte)
  • Zonas de quarentena assistida em isolamento em alojamento hoteleiro preparado.
  • Efetivo controlo da distância a manter entre as pessoas.
  • Adequada informação às populações mais isoladas.
  • Desinfeção das paragens de autocarros.
  • Isolamento social obrigatório.
  • Atendimento dos passageiros no aeroporto pelos funcionários das companhias aéreas com uso de luvas e máscaras.
  • Medidores de temperatura em espaços públicos aleatoriamente.
  • Fiscalização efetiva e multas pesadas.

4. Dos 483 indivíduos que receberam o Inquérito pela base de dados da ALGFUTURO, entre respostas através do sistema e contatos diretos na tarde de domingo e no dia de ontem, obtiveram-se 157 respostas, o que corresponde a 32,5 % da amostra real.
5. A União Empresarial do Algarve está disponível e incentiva os cidadãos para nos contactarem dando sugestões, informações ou apresentando os seus problemas. Em relação às entidades oficiais, como sempre, a nossa disponibilidade de cooperação é total, desde sua Exª O Presidente da República até aos autarcas.
Algarve, 17 março 2020
Cumprimentos
A COMISSÃO EXECUTIVA da ALGFUTURO

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ALGARVE > APESAR DA CRISE, DESTINO TURÍSTICO TRANQUILO

ALGARVE > APESAR DA CRISE, DESTINO TURÍSTICO TRANQUILO

– Guerra sem quartel contra o vírus, apertando ainda mais o controlo, na defesa de residentes e turistas > Aeroporto. Hospitais. centros comerciais, etc.

1- ALGFUTURO salienta que no quadro europeu e mundial da pandemia, já reconhecida pela Organização Mundial de Saúde, o Algarve  neste momento tem uma situação relativamente  benigna para os residentes e turistas, foi esta a conclusão fundamental do Grupo de Trabalho composto por 12 membros que a associação criou recentemente para acompanhar estrategicamente os impactos do vírus.

Tendo a ALGFUTURO já criado o seu Plano de Contingencia e garantido apoio aos empresários nesta matéria, a União Empresarial do Algarve, afirma que   primeiro que tudo estamos perante uma batalha pela vida que temos de vencer, em beneficio dos que vivem no Algarve, turistas, sobrevivência das empresas e emprego.
Por isso, o Grupo de Trabalho apela a um esforço  extra das entidades e indivíduos apertando ainda mais os controlos para estripar o vírus a curto prazo, para não hipotecar o futuro, retomar as atividades normais e reforçar ainda mais a nossa imagem. Não se pode facilitar! 

2. Para esse Algarve completamente limpo do vírus, além do respeito pela normas da DGS desde logo tudo tem de ser feita nas zonas de maior incidência do vírus em Portugal, para que jovens ou outros não se desloquem em excursões para outras regiões, bem como estrangeiros de países muito contaminados. Neste domínio, o determinante  papel do Aeroporto de Faro com indispensáveis controlos, da forma que for considerada mais adequada.
Relevante também um adequado Plano de Contingencia do SNS, em particular o papel do Hospital Central de Faro.
Muito importante desinfectar permanentemente os manípulos dos carrinhos de compras dos centros comerciais, de forma permanente e para cada cliente, assumindo a grande distribuição que movimenta milhões, a sua responsabilidade social. Cada carrinho transporta vírus que afeta milhares.
Igualmente, tem de ser desinfetado permanentemente comboios, autocarros, taxis. etc, bem  como  suspensas as  atividades em ginásios, piscinas publicas, etc.
Pela saúde e EXCELÊNCIA do Algarve, tem que ser uma guerra sem quartel! Louvor para o trabalho das autarquias!
Cumprimentos
A Comissão Executiva da Algfuturo

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CRISE NO TURISMO PODE GERAR SITUAÇÃO EXPLOSIVA NO ALGARVE CRIAR JÁ UMA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO

CRISE NO TURISMO PODE GERAR SITUAÇÃO EXPLOSIVA NO ALGARVE CRIAR JÁ UMA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO

– ALGFUTURO cria condições para informação  empresarial na prevenção e planos de contenção (Tel. 910167925, Lídia Daniel)
– Noutro plano, reclama DUAS DECISÕES MAIORES (novo Hospital Central e Água) e mais cinco, entre elas via verde para espanhóis entrarem de imediato no Algarve sem pagar portagens (como desde há muito defendemos)
– ALGFUTURO com atitude pro-ativa cria GRUPO de ANÁLISE SOBRE IMPACTOS DO VÍRUS e convida empresários e outros cidadãos a enviarem informações
 
A) A União Empresarial do Algarve – ALGFUTURO, tem acompanhado atentamente  as mortes, doentes e crise global já provocadas pelo vírus e manifesta a sua solidariedade ao resto do país e ao mundo.
Sem alarmismos, mas sendo conhecedores profundos da economia e sociedade algarvias, face aos indicadores disponíveis e projeção dos impactos multiplicadores, o sentido de responsabilidade  e uma atitude pro-ativa minimizadora de danos, obrigam a fazer,  fazer uma primeira análise: a) anunciando as iniciativas que vai tomar; b) salientando que a pandemia se não for  controlada até ao fim de março, pelos efeitos negativos no turismo conjugados com as debilidades estruturais da região, pode provocar uma situação económico-social  explosiva, mais grave que noutras regiões; c) incitando os poderes públicos a criarem de imediato uma Comissão de Acompanhamento de carácter transversal, face aos impactos já sentidos e outros em desenvolvimento.
 
B) INICIATIVAS DA ALGFUTURO QUANTO AO VÍRUS
Grande parte da solução passa pela prevenção rigorosa, conforme cuidados  exaustivamente repetidos pelos órgãos de comunicação social, para evitar o contágio.
De qualquer modo, face a dúvidas que surjam, bem como planos de contingência necessários, a ALGFUTURO em colaboração com empresas da especialidade suas associadas, criou condições internas e de cooperação para dar uma informação aos empresários (LÍDIA DANIEL, tel. 910167925; e-mail, algfuturo@gmail.com.)
Internamente: suspensão da Assembleia Geral que estava convocada; não atendimento pessoal; trabalho dos colaboradores em casa; conversas a um metro de distância; telefones individuais para cada colaborador; etc. Serviços continuam a funcionar.
C) MEDIDAS A TOMAR PARA O ALGARVE: CRIAR UMA COMISSÃO DE MONITORIZAÇÃO
Num quadro em que económica e socialmente (assente numa análise objetiva) a situação pode desembocar numa dimensão explosiva ainda mais grave do que no resto do país (por razões de fundo que se resumem) além de outras medidas a tomar pela Comissão de Acompanhamento, ALGFUTURO avança desde já com DUAS DECISÕES MAIORES, mais cinco que o Algarve justifica e reclama. Por outro lado, ALGFUTURO cria GRUPO DE ANÁLISE e está a fazer recolha e tratamento de informação, fazendo-se o Convite público para que cada empresário e cidadãos em geral, por telefone ou emai, façam chegar o que considerarem serem efeitos económicos ou sociais provocados, ou desencadeados, por esta crise e medidas que forem oportunas.Tudo será tratado confidencialmente, se assim o desejarem.
DUAS DECISÕES MAIORES: avançar em definitivo com novo Hospital; garantir estabilidade no  abastecimento de água com urgência.
1ª- Linha de crédito para tesouraria rápida e simplificada e apoios especiais para encargos com recursos humanos das empresas, se situação se prolongar.
 2ª – Preparar desde já campanhas de promoção específicas para o turismo no Algarve, para lançar imediatamente a seguir à declaração do fim da pandemia.
3ª – Campanha particularmente forte na Andaluzia, em que de imediato, por superior interesse regional e nacional, as portagens para os espanhóis sejam suspensas, para atenuar os efeitos das quebras de fluxos turísticos, geral aos países emissores.
4ª – No âmbito do novo Quadro Comunitário de Apoio, aposta forte na diversificação do tecido produtivo, atenuando a quase exclusiva dependência económica do Algarve do turismo, directa e indiretamente, a rondar os 80%, e consequências no emprego.
  5ª – Ainda no âmbito do novo QCA, definir e implementar um Plano Integrado para o Interior e Serra do Algarve e Zonas confinantes do Alentejo, que conjugando várias atividades e apoios garanta a sustentabilidade vegetal e presença humana, travando a desertificação, como ainda recentemente foi enfatizado nas Jornadas do Mundo Rural em Alcoutim, em que ALGFUTURO participou.


RAZÕES DE FUNDO QUE TORNAM UM ALGARVE DE GRANDE POTENCIAL E RIQUEZA, NUMA REGIÃO SUB-APROVEITADA E ESTRUTURALMENTE FRÁGIL
Naturalmente, a prolongar-se o quadro mundial conhecido ,os impactos serão diferentes de país para país e de região para região, em função da solidez estrutural existente. E pelos estudos que ALGFUTURO tem feito e tornado públicos, as vulnerabilidades estruturais do Algarve são das maiores entre as várias regiões do país, confirmado por vários indicadores.
Resumidamente, temos:                             
a) Problemas crónicos na saúde, com o novo Hospital Central sempre adiado, e problemas sociais complexos.
b) Problemas/incertezas e preocupação no abastecimento de água para diversos fins, embora a região disponha de recursos ( em curso)
c) Economia dependente em cerca de 80% do turismo e também grande parte do emprego.
d) Forte sazonalidade, condicionando a rentabilidade empresarial, inovação e novos investimentos, bem como os níveis de remuneração e estabilidade do emprego.
e) Região mais periférica de *Portugal continental e portagens “barrando”  a entrada aos 8,5 milhões de andaluzes nossos vizinhos.
f ) 2/3 do Algarve muito desertificado e empobrecido.
g) Região com baixíssimo grau de inovação tecnológica.
Sendo certo que também há pontos muito fortes, desde a Universidade, ao nosso clima e excelente oferta turística, potencial agrícola, etc, é óbvio que perante tantas limitações, a riqueza produzida é muito inferior ao potencial disponível e, perante crises que afetem o turismo, os equilíbrios, que já são apenas aparentes, desmoronar-se-iam com feridas profundas.                  
Cumprimentos e apelo à MÁXIMA PREVENÇÃO CONTRA O VÍRUS
 
O Presidente da ALGFUTURO
( José Vitorino ) Tel. 917191840

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ÁGUA EM DEBATE: BALANÇO EXCECIONAL, MAS MEDOS E PEDIDO DE MEDIDAS JÁ, SEM ADIAMENTOS.

ÁGUA EM DEBATE: BALANÇO EXCECIONAL, MAS MEDOS E PEDIDO DE MEDIDAS JÁ, SEM ADIAMENTOS.

– Em horas de debates  alargados houve grandes consensos, sendo urgente definir as poupanças e origens da água até a “Solução Guadiana” estar pronta

Pela vida e progresso económico e social do Algarve, fechou ontem em Lagos o maior ciclo de debates na região para qualquer tema e com forte participação cívica de lés a lés: O PROBLEMA DA ÁGUA.
Foram 30 dias de intensa mobilização iniciada em Tavira, Faro e Silves  em que durante longa horas  “sem peias nem ameias” todos expressaram os seus medos e opiniões, num quadro em que em que a água já é pouca e a chuva tem sido pouca ou nenhuma. Por isso, se olha com esperança para o S. Pedro, mas sobretudo se espera e acredita que os poderes públicos conscientes dos desencadeiem de imediato medidas, para evitar o ditado por alguns lembrado “depois de casa arrombada, trancas à porta“. É indispensável um cronograma temporal com água garantida .
Estas Sessões foram uma iniciativa conjunta da UNIVERSIDADE e da ALGFUTURO, decorrendo em paralelo um grande debate sobre alterações climáticas na UALG, enquanto a ALGFUTURO definiu como objetivo fundamental de curto prazo a “Solução Guadiana”, tendo para o efeito solicitado um parecer ao reconhecido especialista Professor Doutor António Carmona Rodrigues, que avalizou o Guadiana como fonte de reforço e definiu um pré-estudo concreto. A ALGFUTURO está agora a trabalhar nos prazos e recursos de água quantificados para que o risco de desgraças seja ZERO
Num momento de balanço, só uma palavra pode definir o que se passou: EXCELÊNCIA em todos os aspetos: organização; mobilização; civismo; propostas; participação autárquica e grandes consensos.Aliás, são gratificantes para os promotores, as palavras de incentivo e parabéns, que se agradecem publicamente.
FIZEMOS O QUE CONSIDERAMOS SER UMA OBRIGAÇÃO, NUM MOMENTO DE ENCRUZILHADA HISTÓRICA!
Aliás, numa perspetiva histórica, José Vitorino recordou que para vencer aqueles que há quase 40 anos se opunham à criação da UNIVERSIDADE (de que como Deputado foio primeiro subscritor do Projeto de Lei e dinamizador de iniciativas e propostas), a última reunião pública com o seu colega Cristóvão Norte foi precisamente em Lagos, esperando que a histórica e bela cidade de Lagos também agora seja talismã.
Pelas muitas intervenções e propostas feitas, sem prejuízo de outros aspectos uns de carácter mais geral ou específicos localizados, financiamentos, etc, em vários domínios ficou apurada a posição dominantes a seguir, que se poderá  resumir assim :
– PARA EFEITOS IMEDIATOS-combate às perdas da rede ; poupanças no consumo em todas as frentes: doméstico, agricultura, turismo, espaços públicos, piscinas, etc.; e utilização de águas subterrâneas de forma controlada.
 PARA EFEITOS A CURTO PRAZO- recurso à água do Guadiana (obra de cerca da ano e meio)
– PARA EFEITOS DE MÉDIO E LONGO PRAZOS dessalinização, reutilização das águas residuais, barragem da Foupana e médias e pequenas barragens e açudes.
Preocupação expressa por vários participantes foram os pomares de abacateiros referindo terem efeitos de elevado consumo de água e problemas ambientais. Foi assinalado que os dados oficiais apontam para consumos semelhantes aos citrinos, tendo o Sr. Presidente da Câmara referido que está a preparar um pedido de parecer sobre o assunto.
Presidiram aos trabalhos os Presidentes das Câmaras de Lagos e Aljezur, o Magnífico Reitor e o Presidente da Algfuturo.
Cumprimentos
A Comissão Organizadora.

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PROBLEMA DA ÁGUA: ALGARVE APROVOU “SOLUÇÃO GUADIANA”, QUE É A ÚNICA PROPOSTA DETALHADA ATÉ AGORA

PROBLEMA DA ÁGUA: ALGARVE APROVOU “SOLUÇÃO GUADIANA”, QUE É A ÚNICA PROPOSTA DETALHADA ATÉ AGORA

– JÁ HÁ SOLUÇÃO.Professor Carmona Rodrigues apresentou parecer favorável e deu magistral lição de sapiência técnica
 Assunto vai ser apresentado a nível regional, nacional e da União Europeia

1 Foi em ambiente compenetrado face às grandes preocupações perante a escassez de água, mas simultaneamente de forte exaltação e esperança, que decorreu a Cerimonia de apresentação da “SOLUÇÃO GUADIANA” de que a ALGFUTURO pediu um parecer técnico ao Professor Doutor António Carmona Rodrigues quanto à sua viabilidade e melhor forma de operacionalizar.
O reputado especialista (recorda-se que ainda recentemente foi solicitado para ajudar a resolver os graves problemas provocados pelas cheias do Mondego), num misto de detalhada fundamentação para a solução concreta que concebeu e de lição face aos seus extraordinários saberes, satisfez em pleno uma assistência de dirigentes associativos de todos os setores e de todo o Algarve, que o aplaudiram de forma calorosa.
O Presidente da ALGFUTURO anunciou que a postura é de colaboração, já com reuniões marcadas com o Magnífico Reitor, AMAL e pedidas ao Governo, Comissária da União Europeia, Doutora Elisa Ferreira e Deputados ao Parlamento Europeu.
A SOLUÇÃO
Tecnicamente, a  solução consiste numa captação de água na margem direita do Guadiana, junto ao Pomarão, no seu troço nacional, com uma tubagem adutora para conduzir a água até à albufeira de Odeleite, o que permitirá reforçar as disponibilidades de água no Sotavento e Barlavento, através da conduta adutoraexistente.
O reforço poderá ser da ordem de 30 a 60 hm3/ano, correspondente a cerca de dois terços do consumo de água faturada pelas águas do Algarve durante um ano e correspondente a um valor superior à água consumida pelos perímetros de rega com origem superficial.
O custo estimado é de 20 a 25 milhões de euros, baixo numa relação obra/enormes riscos perante uma eventual falta de água, podendo a execução demorar apenas cerca de 18 meses.
A solução é muito vantajosa em relação a outras, porque é mais rápida, mais barata e pode compatibilizar-se no futuro com outras soluções, nomeadamente com a barragemda Foupana (que está a ser dinamizada pela AMAL).
Por sua vez, o Dr. José Vitorino referiu estar assustado perante  eventuais quebras de abastecimento, pois sentiu e viveu esse drama em 1980 quando  era Governador Civil
Usou também da palavra, José Lourenço Santos, Presidente da Assembleia Geral da ALGFUTURO, CEO do Grupo Lunahoteis e Resorts e dirigente associativo, que salientou ser impensável quaisquer cortes de abastecimento, sendo uma obrigação pública garantir água quando ela existe, caso do Algarve conforme solução apresentada.
Cumprimentos
A COMISSÃO EXECUTIVA DA ALGFUTURO

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ÁGUA EM DEBATE: ELEVAÇÃO, MAS PARTICIPANTES RECLAMANDO MEDIDAS URGENTES

ÁGUA EM DEBATE: ELEVAÇÃO, MAS PARTICIPANTES RECLAMANDO MEDIDAS URGENTES

– Todos juntos pela soluções, porque só a unidade salvará o Algarve. São precisas soluções e projetos JÀ !

Foi com uma forte mobilização e salão da Câmara de Silves cheio, que as populações manifestaram as suas preocupações face à continuada seca, com grande elevação, mas insurgindo-se pelo facto de nos últimos dez anos não se terem tomado medidas para regular o regime das chuvas e aumentar a oferta  de água nos diversos setores.
Os participantes reforçaram que a água não é um problema do turismo, agricultura ou industria, sendo pelo contrário um problema de todos, devendo todos remar para o mesmo lado em unidade, pois se algo correr mal, empresários e empregados serão afetados em cascata..
Presidiu à Sessão a Presidente da Câmara de Silves que agradeceu à organização a realização do debate e deu conta das iniciativas que a autarquia tem em curso para combater as perdas de água da rede, o que mereceu aplauso geral.
Foram pontos fortes das intervenções dos representantes das Associações de Regantes do Algarve, reclamando que as barragens construídas com dinheiro da União Europeia
para dinamizar a agricultura lhes seja garantida, bem como uma gestão independente e isenta que os ajude a resolver problemas que se arrastam há anos, com entraves que afastam investidores para outros países.
Usaram também da palavra o Magnífico Reitor, os presidentes de Câmara de Albufeira e Monchique e o Presidente da ALGFUTURO, todos mostrando empenho em juntar forças por tão importante  causa.
Perante as dificuldades veio à tona a questão da regionalização, como meio para haver força própria para que o Algarve não seja esquecido.
Foi saudada a criação recente da Comissão para avançar com as medidas para a seca, mas foi manifestado que sem prejuízo de cumprir os três meses de mandato, tome de imediato no primeiro mês as medidas urgentes para não se correrem riscos desnecessários e dar confiança aos investidores.
Há água para resolver os problemas, mas é preciso atuar já.
A Comissão organizadora apelou a um rebate geral e unidade da sociedade civil, Deputados, autarcas e outras entidades oficiais, porque o que está em causa é a VITÓRIA do ALGARVE e PORTUGAL, para lá de ideologias ou quaisquer outros interesses, todos menores face à garantia do futuro que nos  cumpre assegurar.
Cumprimentos
A Comissão Organizadora

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ÁGUA NO ALGARVE: FORÇA DEMOCRÁTICA DO DEBATE E POPULAÇÕES, ACELERAM SOLUÇÕES PELO PODER PÚBLICO

ÁGUA NO ALGARVE: FORÇA DEMOCRÁTICA DO DEBATE E POPULAÇÕES, ACELERAM SOLUÇÕES PELO PODER PÚBLICO

– Mais uma Sessão Pública: dia 18 (sábado), 15h, no edifício da Câmara- SILVES

A Câmara Municipal de Silves é anfitriã de mais uma importante Sessão de debate sobre a problemática da água, promovida pela Universidade do Algarve em parceria com a ALGFUTURO, a quem desde já se manifesta reconhecimento pelo apoio empenhado da Exma Presidente e colaboradores na organização.
A Sessão é aberta e abrange em especial os Concelhos de Silves,Albufeira, Lagoa, Portimão e Monchique, com ricas produções de citrinos e vinha, além das áreas florestais. Podem participar cidadãos de outros Concelhos.
É também aí que se encontram as barragens do Arade, Odelouca e Funcho, de importãncia estratégica para a agricultura e abastecimento urbano, em que vários problemas se têm arrastado e com carências provocadas pelo período de seca, havendo a expectativa que possam ser resolvidos perante a força da dinâmica pública, através da forte adesão das populações ao maior debate  de sempre sobre os problemas do abastecimento de água no Algarve.

Mas é assim que a democracia pode e deve funcionar: quando os poderes públicos por razões várias não resolvem, a força do debate, mobilização e voto da sociedade civil surgem como fator decisivo para que as soluções sejam desbloqueadas. Em geral, isso tem acontecido agora, em que grande parte das reivindicações publicamente divulgadas como necessárias face à prolongada seca já encontraram respostas dos poderes públicos. O Algarve ficou a ganhar e ninguém ficou diminuído ou desconsiderado. As coisas naturalmente funcionam assim, quando há lentidão ou resistências dos poderes.
Estão ainda pendentes de decisão medidas de curto prazo que já apresentamos e de que se aguarda resposta a toda a hora, mas em que se continua a trabalhar para se avançar em cooperação e mãos dadas com os poderes públicos conforme expressamente já comunicamos várias vezes às entidades oficiais.
É um assunto em que não deve haver disputas de protagonismos, havendo sim que juntar todas as propostas, avançar e gritar todos a uma só voz, VITÓRIA !
Este balanço será feito na Sessão de Silves.
Estão já confirmadas as presenças do Reitor da Universidade e Presidente da Algfuturo, pela Comissão Organizadora, e Presidentes das Câmaras de Silves, Albufeira e Monchique.
Cumprimentos
A Comissão Organizadora
tel. 917191840

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ÁGUA: ALGFUTURO E UNIVERSIDADE APROFUNDAM SOLUÇÃO GUADIANA, JÁ TENDO PROPOSTO COOPERAÇÃO COM AMAL

ÁGUA: ALGFUTURO E UNIVERSIDADE APROFUNDAM SOLUÇÃO GUADIANA, JÁ TENDO PROPOSTO COOPERAÇÃO COM AMAL

 Debates seguem em Silves e Lagos, com o lema “não há um segundo a perder” e de mãos dadas para salvar o Algarve.

Perante uma situação de seca que se agrava em cada dia que passa  sem chover, é cada vez mais intensa a atividade da ALGFUTURO e UNIVERSIDADE, na procura de soluções, prosseguindo o Debate e com abertura à colaboração e dar de mãos a todas as entidades para evitar situações dramáticas.
Nesse sentido, reitera-se a ideia pioneira que tivemos ao apresentar como principal solução nos próximos anos o recurso à água do rio Guadiana (juntamente a outras de menor impacto) , agora com o envolvimento técnico do que de melhor há em Portugal , com propostas estruturadas já em curso. Numa postura de contributo para salvar o Algarve, já foi formalmente apresentada à AMAL essa solução, com disponibilidade  para colaborar. Simultaneamente, devem iniciar-se as medidas de maior prazo.

Quanto às questões financeiras, o que apresentamos tem custos razoáveis, mas seja como for, o problema é nacional e como tal deve ser tratado, nomeadamente junto do Banco Europeu de Investimentos.

Por outro lado, face ao sucesso e boa cooperação autárquica nas Sessões de Tavira e Faro, estão em fase avançada os preparativos para as Sessões de Silves e Lagos, para 18 e 25 de janeiro, respetivamente.

O lema é “NÃO HÁ UM SEGUNDO A PERDER!” 

Cumprimentos
Pela Comissão Organizadora