Posted in Comunicados
ÁGUA: CASO NÃO SE EXECUTASSEM DE IMEDIATO MEDIDAS, CORRER-SE-IA O RISCO DE RUTURAS NO ABASTECIMENTO

ÁGUA: CASO NÃO SE EXECUTASSEM DE IMEDIATO MEDIDAS, CORRER-SE-IA O RISCO DE RUTURAS NO ABASTECIMENTO

– Água HÁ, mas é necessário atuar JÁ, consideraram os participantes na SESSÂO em TAVIRA

– DIA 4 (SÁBADO), 15 h, SESSÃO na Biblioteca Municipal de Faro (Reitor da UALG, Presidentes de Câmara e Presidente Algfuturo)

Foi com o Salão da Biblioteca do Município de Tavira lotado, com congratulação pela iniciativa mas em ambiente “pesado”, que se iniciou este fim de semana o maior debate de sempre sobre a problemática da água no Algarve.

Trata-se de uma ação conjunta da UNIVERSIDADE DO ALGARVE e da ALGFUTURO, tendo a Sessão sido presidida pela Presidente  da Câmara anfitriã, dra. Paula Martins, cabendo a representação da Comissão Organizadora, ao  dr. José Vitorino, que usaram da palavra no início, tal como o representante do Presidente da Câmara de Castro Marim, dr. Dinis Faísca.

A participação foi completamente aberta a todas as opiniões e no final foram postas à consideração dos participantes as linhas gerais dominantes, de que se dá conta neste  breve resumo.

O debate teve elevação, mas foi caracterizado por uma certa revolta dos participantes, pois existindo várias soluções para o abastecimento de água, lamentavelmente no último meio século foi tudo muito lento e incompleto e na última década não se avançou praticamente nada no aumento da água disponível( apesar dos grandes aumentos de consumo) e agora a situação é de seca severa. De entre outros exemplos, foi apontado a importante e consensual  barragem da Foupana e as pequenas e médias barragens na zona serrana, sempre adiadas.

Neste contexto, o objetivo dos promotores da iniciativa num PLANO GLOBAL INTEGRADO PARA OS RECURSOS HÍDRICOS DO ALGARVE foi considerado adequado, inventariando as necessidades de médio e longo prazos e os recursos de abastecimento.

Contudo, sendo a ameaça de ruturas real, não se pode esperar pela conclusão do Plano. Por isso,com  apelo  à poupança de água e independentemente da chuva recente e de alguma outra que possa cair, têm que se preparar de imediato projetos e ser disponibilizadas verbas para desencadear obras a todo o gás para responder à eventual falta de água

NÃO SE PODE ESPERAR PARA VER SE CHOVE, PORQUE OS RISCOS SERIAM DEMASIADO ELEVADOS.

Foram abordadas várias soluções e medidas, que serão apresentadas às entidades públicas e que oportunamente serão divulgadas.Entretanto os Debates continuam em todo o Algarve.

Foi considerado que a poupança de água é fundamental, mas que o PLANO não pode comprometer o abastecimento em geral, nem o turismo, nem a diversificação do tecido produtivo, em particular na agricultura.Por outro lado, aos agricultores, devidamente organizados, devem ser atribuídas competências mais alargadas na gestão das barragens com água para fins agrícolas.

Foi em particular recomendado à Comissão Organizadora que sublinhe perante os turistas e investidores que o Algarve tem recursos potenciais para as necessidades.

E, ainda, para desencadear o máximo de diligências junto dos Órgãos de Soberania e União Europeiaalgumas delas já em curso.

Melhores cumprimentos e BOM ANO

ATÉ SÁBADO

A COMISSÃO ORGANIZADORA

Partilhe este artigo!Share on Facebook
Facebook
Tweet about this on Twitter
Twitter
Share on LinkedIn
Linkedin