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PORTAGENS NO ALGARVE: PECADO MORTAL FOI A  INTRODUÇÃO ; DESCONTO NÃO RESOLVE NADA

PORTAGENS NO ALGARVE: PECADO MORTAL FOI A  INTRODUÇÃO ; DESCONTO NÃO RESOLVE NADA

– Pela sustentabilidade do Algarve, o fim das portagens na Via do Infante é a única solução

1.Depois do pecado mortal que foi a introdução de portagens na Via do Infante, com desrespeito pelos algarvios e atentado ao Algarve, a ínfima redução de 15% agora anunciada não vem resolver problema nenhum: nem a barragem na fronteira que afasta os espanhóis; nem para fazer aumentar a utilização pelos residentes, com menores riscos para as suas vidas e produtividade.
Para se ter uma pequena noção das nefastas consequências, basta dizer que a quebra de passagens na Ponte do Guadiana com as portagens foi de 40% e que no primeiro pórtico de portagem, em todo o ano de 2015, passaram apenas cerca de 150.000 veículos estrangeiros, o que é irrisório e confirma o que a Algfuturo sempre afirmou, de que  obrigámos os vizinhos andaluzes a virarem as costas ao Algarve.

2.As razões que fazem com que o pecado tenha sido mortal, tratando de forma cega e igual todas as regiões e ex-Scut, e que agora a única solução para garantir a sustentabilidade do Algarve (como os estudos da Algfuturodemonstram) seja o seu fim, são, de entre outras, as seguintes:
– Não foi tido em conta que a maior parte de obra foi feita com fundos da União Europeia;
– Não foi tido em conta que a entrada de espanhóis( sobretudo dos 8,5 milhões de andaluzes) como visitantaes e turistas, é condição vital para a economia e emprego no Algarve;
– Não foi tido em conta que o Algarve é muito extenso e superconcentrado numa estreita faixa do litoral, obrigando a grandes deslocaçõoes na vida empresarial e dos trabalhadores para irem para os seus empregos;
– Não foi tido em conta que a EN125 nunca será uma alternativa e há vidas em perigo;
– Não foi tido em conta que não há no Algarve um plano de mobilidade regional.

3. Como a Algfuturo-União pelo Futuro do Algarve, tem demonstrado e apresentado soluções fundamentadas, há riscos sérios no presente e futuro do Algarve, pelo que para a região e resto do país são indispensáveis planos estratégicos que ponham os dedos nas feridas e com soluções objetivas que nos façam sair dos ciclos viciosos que nos têm afundado.
Cumprimentos
20.7.2016
A Comissão Executiva da Algfuturo

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