Posted in Comunicados
– CORTAR REQUALIFICAÇÃO E ILUMINAÇÃO DA VIA FÉRREA, SERIA ABUSO E MERECERIA FRONTAL CONTESTAÇÃO

– CORTAR REQUALIFICAÇÃO E ILUMINAÇÃO DA VIA FÉRREA, SERIA ABUSO E MERECERIA FRONTAL CONTESTAÇÃO

– Nem ligação ferroviária a Andaluzia; nem fim das portagens; nem fim da requalificação da EN125, NADA ! E ainda marcha-atrás em melhorias na atual linha férrea ? NÃO PODE SER !

1.As notícias vindas a público sobre a hipótese de ser feita marcha-atrás na requalificação da linha férrea do Algarve, nomeadamente da sua eletrificação, merece da União Algfuturo o comentário de que para o Algarve há sempre uma qualquer surpresa de desconsideração na manga por parte dos poderes públicos centrais. Olham para nós apenas como árvore para sugar as divisas do turismo para o Banco de Portugal, sujeitando a Região e populações a pesados sacrifícios sem respeito e quase não lhes reconhecendo direitos.
Caso se confirmasse, isso seria absolutamente inaceitável, merecendo frontal contestação que não se pode calar, pois viria agravar o “gheto” de periferismo e quase isolacionismo geográfico por terra da Região, com a negação  de vias de comunicação e transportes terrestres sem a quantidade e qualidade básicas para a ela aceder e nela circular, bem como sem salvaguarda da imagem turistica que o Algarve exige.
A ser verdade, seria uma prenda muito amarga no sapatinho do Natal/Ano Novo, em que em matéria de acessibilidades o resumo é o seguinte. A nivel rodoviário, a EN125 da morte e da paralisia continua sem o fim das obras à vista e quanto às portagens, entre avanços e recuos nas promessas, erradamente continuam. A nivel ferróviário, quando o que se impõe e espera é o urgente avanço da ligação a Andaluzia  e aos seus 8,5 milhões de habitantes, tal ainda não aconteceu e agora ainda se fala na  possivel marcha-atrás da requalificação da linha  que já fora dada como certa.
2.A  Associação  União pelo Futuro do Algarve foi criada para dar resposta e enfrentar os problemas e desafios que encontrámos no Estudo de fundo feito sobre o  Algarve, e como o caso presente demonstra , infelizmente, é de plena justificação e necessidade o trabalho que vimos realizando e o acelerado processo de fortalecimento e mobilização regional das populações em marcha.

Partilhe este artigo!Share on Facebook
Facebook
Tweet about this on Twitter
Twitter
Share on LinkedIn
Linkedin