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– PREJUÍZOS EM ALBUFEIRA E QUARTEIRA: SÃO DEVIDOS APOIOS A FUNDO PERDIDO AOS EMPRESÁRIOS, PORQUE SÃO VITIMAS ALHEIAS ÀS CAUSAS DAS ENXURRADAS

– PREJUÍZOS EM ALBUFEIRA E QUARTEIRA: SÃO DEVIDOS APOIOS A FUNDO PERDIDO AOS EMPRESÁRIOS, PORQUE SÃO VITIMAS ALHEIAS ÀS CAUSAS DAS ENXURRADAS

– O PERCALÇO É LAMENTÁVEL MAS SERÁ ULTRAPASSADO E ALBUFEIRA CONTINUARÁ A SER A CAPITAL NACIONAL DO TURISMO, EXIGINDO-SE CONTUDO MEDIDAS DE FUNDO QUE TÊM SIDO ADIADAS.

No início do mês abateu-se sobre Albufeira, mas também sobre Loulé, Silves e Lagoa, forte temporal, o que tem sido acompanhado pelos membros da Associação regional Algfuturo-União pelo Futuro do Algarve. Até há uma morte a lamentar, pelo que se endereçam aos familiares as devidas condolências.
Recolhida toda a informação e feita nos ultimos dias a avaliação no terreno pelos dirigentes dr. José Vitorino, dr. José Lourenço e António Barnabé,tornam-se públicas as seguintes conclusões:
1ª- O sucedido é um percalço lamentável, mas que será ultrapassado e não comprometerá nem Albufeira como capital nacional do turismo, nem o Algarve.
2ª- A Associação Algfuturo presta solidariedade pública aos atingidos e louva a determinação dos empresários do comércio, restauração e bares e seus colaboradores( bem como voluntários) em superar as dificuldades dramáticas. Em Quarteira quase tudo está normalizado e em Albufeira vai em ritmo acelerado. Estão revoltados com a situação, mas não há resignados e vão vencer !
3ª- É de louvar também a Câmara e a Agência de Promoção do Turismo de Albufeira pela decisão de manter as festas da passagem do ano.
4ª- Os empresários não tiveram nenhuma responsabilidade nos sinistros e são deles vitímas, sendo completamente alheios às suas causas estruturais e conjunturais. Por isso, é-lhes devido apoio a fundo perdido para repor as atividades, seja para complemento do que os seguros não indemnizarem, seja nos casos em que não têm coberturas. Cabe aos poderes públicos assumirem as suas responsabilidades recorrendo aos instrumentos que entenderem, existentes ou a criar, para garantir esses meios financeiros sem encargos para os empresários.
Isto é o mínimo, e mesmo assim ficam a descoberto os elevados prejuízos que os empresários têm de suportar pelo tempo de paragem.
5ª- Perante tão graves ocorrências é imperativo que sejam estudadas e implementadas com urgência soluções técnicas para o curso das águas a partir de zonas a montante  e de Proteção Civil, para evitar que tragédias destas se continuem a verificar.

alb2quarteira

 

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